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Atirador abre fogo contra a Casa Branca e é atingido e morto pelo Serviço Secreto

O entorno da Casa Branca voltou a viver momentos de tensão na tarde deste sábado (23) após um tiroteio provocar lockdown (isolamento) temporário no complexo presidencial e mobilizar fortemente as forças de segurança dos Estados Unidos. Foram ouvidos cerca de 30 disparos. O presidente Donald Trump estava na residência oficial. 

O episódio ocorreu por volta das 15h45 (horário local) nas proximidades do perímetro externo da residência oficial do presidente Donald Trump e reacendeu preocupações sobre a escalada do clima de instabilidade política e ameaças contra autoridades federais em pleno ano eleitoral americano.

Segundo informações divulgadas pelo Serviço Secreto, agentes abordaram um homem armado que circulava próximo à área protegida da Casa Branca. Durante a tentativa de abordagem, o suspeito teria reagido e aberto fogo, iniciando uma troca de tiros.

O homem acabou baleado pelos agentes e foi levado sob custódia para atendimento médico, porém, não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada.

De acordo com a NBC e o New York Post, o atirador foi identificado como Nasire Best, 21 anos. Ele já tinha histórico criminal e havia registros anteriores de preocupação relacionados à sua saúde mental.

As autoridades confirmaram que uma segunda pessoa também ficou ferida no incidente: um adolescente que passava pela região e acabou atingido sem gravidade.

Presença do vice-presidente nas mediações dos tiros elevou a tensão

A movimentação provocou um fechamento preventivo no complexo presidencial e em parte das vias próximas, com bloqueios imediatos, evacuação de áreas de circulação e reforço do aparato de segurança.

O esquema foi restabelecido após alguns minutos, mas imagens divulgadas por emissoras americanas mostraram intensa presença policial, veículos blindados e agentes fortemente armados cercando a região.

O episódio ganhou ainda mais repercussão porque o vice-presidente JD Vance havia passado pela área pouco antes do confronto. A coincidência elevou o nível de alerta das autoridades federais, que passaram a investigar se o suspeito tinha algum tipo de motivação política ou eventual ligação com ameaças recentes envolvendo integrantes do governo Trump. Integrantes do Serviço Secreto afirmaram que nenhuma hipótese foi descartada até o momento.

Tiroteio ocorre em meio ao avanço da radicalização política nos EUA

Os relatos iniciais apontam que os disparos teriam ocorrido na esquina da Rua 17 com a Avenida Pensilvânia, em frente ao complexo presidencial. Segundo informações da Fox News, um homem se aproximou de uma das entradas da residência presidencial e efetuou três disparos. Agentes de segurança reagiram imediatamente à ação.

Kash Patel, diretor do FBI, publicou no X: “O FBI está no local e apoiando o Serviço Secreto em resposta aos disparos perto da Casa Branca – nós vamos atualizar o público quando for possível”.

O caso ocorre em meio a um ambiente de crescente radicalização política nos Estados Unidos. Nos últimos meses, órgãos de segurança vêm reforçando protocolos em torno de eventos públicos e estruturas ligadas à presidência diante do aumento de ameaças, protestos agressivos e episódios violentos associados ao cenário eleitoral de 2026. O próprio Trump já foi alvo de sucessivos alertas de segurança desde o início de sua campanha eleitoral. Recentemente, durante evento de imprensa em hotel de Washington, um outro atirador solitário foi contido.

A nova ocorrência também amplia a percepção de vulnerabilidade em Washington, especialmente após outros incidentes recentes envolvendo áreas próximas ao governo federal e eventos políticos de grande visibilidade.

Analistas de segurança ouvidos pela imprensa americana avaliam que o episódio reforça o clima de tensão institucional que marca a atual disputa presidencial nos EUA, caracterizada por forte polarização política, radicalização de grupos militantes e elevado grau de hostilidade nas ruas e nas redes sociais.

Socorro aos jornalistas

Agentes do Serviço Secreto americano, responsáveis pela segurança do presidente, ordenaram que os jornalistas reunidos no gramado norte corressem em direção à sala de briefing da imprensa. 

A correspondente sênior da ABC News na Casa Branca, Selina Wang, relatou que estava gravando um vídeo pelo iPhone no gramado norte quando ouviu os tiros. Segundo ela, o som parecia o de dezenas de disparos. A equipe foi orientada a correr para a sala de briefing, onde permaneceu em seguida.

A repórter divulgou um vídeo em que é possível ouvir o som dos tiros. Nas imagens, Selina se assusta e se lança ao chão. Jornalistas integrantes do pool de imprensa da Casa Branca relataram que foram colocados em lockdown dentro do edifício.

Outras emissoras, como a CNN, publicaram relatos semelhantes.

Até a publicação deste texto, a Casa Branca não havia se manifestado oficialmente sobre o ocorrido.

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